Olá! Neste artigo você encontrará a resposta para a pergunta: O que são as redes de pesquisa e de display do Google? O artigo a seguir traz as informações iniciais para que você conheça esta ferramenta incrível de publicidade online: O Google AdWords. BOA LEITURA!



A Rede de Pesquisa.

A Rede de Pesquisa é um grupo de websites relacionados a pesquisa nos quais seus anúncios podem ser exibidos. Os websites incluem sites de pesquisa do Google, bem como outros sites do Google (Youtube, Blogger, etc.) e websites não pertencentes ao Google que fazem parceria com o Google para exibir anúncios, os chamados parceiros de pesquisa (portal terra, exame.com, G1, e muitos outros sites e blogs).

Quando você anuncia na Rede de Pesquisa, seu anúncio pode ser exibido ao lado ou acima dos resultados de pesquisa quando alguém faz uma busca com termos relacionados a uma das suas palavras-chave.

A Rede de Pesquisa é um dos componentes da Rede do Google, nome que designa todos os aplicativos e páginas da Web em que os anúncios do Google AdWords podem ser exibidos.

A Rede de Display.

A Rede de Display do Google é um grupo de mais de um milhão de websites, vídeos e aplicativos onde seus anúncios podem ser exibidos. Os sites dessa rede exibem anúncios relevantes do Google AdWords, de acordo com inúmeras possibilidades combinatórias.

A Rede de Display (conhecida anteriormente como Rede de conteúdo) também é uma parte da Rede do Google, assim como a Rede de Pesquisa.

Os anúncios da Rede de Display podem ser correspondidos automaticamente a websites e outros canais (como aplicativos para celular) quando as palavras-chave estiverem relacionadas ao conteúdo dos sites. Além disso, também é possível optar por segmentar sites específicos, páginas sobre determinados tópicos, grupos demográficos e muito mais.

Para exibir anúncios na Rede de Display, defina sua campanha como "Apenas na Rede de Display" ou "Rede de Pesquisa com exibição em Display".

Para saber como começar a anunciar no AdWords, clique nestelink e mãos à obra!

Olá! Neste artigo você encontrará algumas informações sobre as estratégias flexíveis de lances do Google. BOA LEITURA!

O Google AdWords oferece várias estratégias de lances adaptadas para diferentes tipos de campanha. Dependendo das redes que sua campanha segmenta e, se seu foco é receber cliques, impressões ou conversões, é possível definir a melhor opção para você. 

Para entender mais sobre este tópico, acesse este link: https://support.google.com/adwords/answer/2472725?hl=pt-BR

Desde sempre, é notória a presença da tendência manipuladora nas mídias de massa. Obviamente, isto se dá pelo fato destes meios serem grandes geradores de lucro através de sua construção de um espaço publicitário de grande audiência. 

É lógico que a maneira mais fácil de se  fazer tal coisa, é tornando o público refém de seu   canal de comunicação, ceifando gradativamente seu poder crítico. E foi desta forma que as grandes mídias, utilizando de seu conhecimento manipulatório e seu poder pré estabelecido de persuasão, tentaram, no meio do ano corrente, dissuadir a população manifestante de seus ideais.

Foi notório que, ao se dar início às tais manifestações, telejornais pelo país a fora trataram os manifestantes como arruaceiros, sem ao menos avaliar o motivo pelo qual ali estavam. Além disso, foi possível perceber a mídia televisiva como sendo um só corpo, a partir do momento que todos os jornais relataram a mesma notícia, na mesma semana. E, logo em seguida, ao verem que a população, desta vez, não foi persuadida pela voz da grande mídia, começaram a noticiar fatos relevantes aos manifestantes. 

Como diz o ditado: “Se não é possível vencê-los, junte-se a eles!” E foi isso que fizeram.



Vale ressaltar que, a grande mídia só não foi ouvida desta vez pois uma outra mídia se fazia presente. A mídia online. Algo que não era comum, se tornou real e tomou força em 2013. As redes sociais online foram o meio pelo qual se deu toda a comunicação. 

Outro ponto interessante é que: Mesmo parecendo que houve uma libertação da população, no que tange ao poder de manipulação da mídia de massa, podemos apenas dizer que, desta vez, a população preferiu seguir o que dizia a mídia 2.0, interativa, ao invés de se basear nos telejornais. 

E isso não nos garante que não houve, novamente, o uso do conhecimento manipulatório, utilizando mais uma vez a população como massa de manobra para interesses particulares e partidários.

O Herói!

Homenagem aos pais do Brasil!

Há muitos anos, nos tempos primórdios, quando sequer existiam bebês sobre a Terra, caiu sobre o planeta um ser. Tinha jeito de macaco, mas não tinha pelos, gritava feito leão, mas não parecia animal, não selvagem. 

Durante muito tempo, este ser, feito de carinho, brincadeiras, castigos, surras e dinheiro para o sorvete, não sabia ao certo como se chamava. Homo sapiens, bicho, índio, macho, coisa, homem. Mas mesmo sem um nome, foi aprendendo que para comer, se deve labutar, e para colher, plantar. 

Aprendeu o que é um lar. Aprendeu o que é amor, e a dar amor. A dar sustento. E que amor é sustento, e vice-versa. Aprendeu que se deve fazer o impossível para fazer aqueles a quem ama, felizes. O impossível. Aliás, aprendeu e ensinou que o impossível é só coisa da nossa cabeça. Aprendeu que é necessário ter alguém para carregar seu sangue até depois que sua vida acabar. 

Aprendeu que fazer a diferença não é ser grande, mas gerar grandes. E viu que gerar grandes é sim ser grande. Este ser aprendeu que ter raiz e dar fruto não é coisa só de árvore. Aprendeu e ensinou o certo e o errado. 

Benoni Angelo de Oliveira - Meu Pai.

Percebeu que o planeta era um ótimo lugar, mas que tinha muitos vilões. Viu que precisava salvar o mundo. Viu que precisava ser um herói. Entendeu que seria bem difícil, mas nunca impossível, pois ele já tinha superpoderes. Lutaria com sua super visão do futuro, que poderia prever qualquer desastre. Suas super palavras poderiam erguer quaisquer ruínas, mesmo que estas ruínas fossem pessoas. Seu super abraço poderia acalmar qualquer choro. 

SUA SUPER MÃO, que às vezes poderia nos fazer chorar, nos moldaria. E sua super proteção... ...bom, esta você já conhece.

Afinal, quem poderia derrotá-lo? Existe algum super herói mais poderoso? Acho que não. Não mesmo. Mas como poderíamos agradecer a este herói por tudo isso? Com o que poderíamos presenteá-lo? A resposta é simples: Não há nada que possa pagar por tudo o que este herói fez. Repito, nada. 

A única coisa que o faz feliz é nos ver felizes. O que ele quer é que sejamos heróis, como ele foi e nos ensinou. O presente que ele gostaria de receber é ter orgulho de sua criação. Dizer: “Estou orgulhoso!” Isso é tudo, é tudo o que ele quer dizer. O resto não importa. Não há pagamento.

E enquanto isso, enquanto não o enchemos de orgulho, vamos vê-lo voando pelo céu como 
um bom herói e dizer: “É um pássaro? É um avião? Não. É o meu PAI!! Meu Super Pai.”

por Raphael P. de Oliveira

Conheça uma verdadeira propaganda clichê! Vale a pena dar uma olhada nos comentários dentro do vídeo também!

Resenha Universitária Sobre a Importância da Leitura e do Repertório na Publicidade


"O lucro é subproduto das coisas bem feitas. Estas, por sua vez, subprodução das boas ideias." Assim afirmou Phillip Kotler, professor universitário norte americano, escritor reconhecido mundialmente, e um profissional de marketing realmente acima da média.

repertório, como ser criativo, boas ideias
Mas afinal, de onde saem estas tais boas ideias? Kotler mesmo diria que elas são, nada a mais ou a menos, que fruto das projeções que fazemos a respeito de tudo o que previamente absorvemos. Trocando em miúdos, as ideias surgem devido à mistura de nossa forma de analisar e opinião própria - que se adquire através da experiência - com nosso repertório, nosso conhecimento.

Assim sendo, rapidamente chegamos a uma conclusão óbvia fazendo o seguinte questionamento: Qual é a forma mais fácil, simples e proveitosa de se disseminar o conhecimento? Bom, não é preciso pensar mais que uma vez. Apesar dos avanços midiáticos objetivando levar conhecimento de forma alternativa, seja com áudio ou vídeos, podcasts, cd's e tudo mais, a leitura de livros ou quaisquer tipos de texto, ainda é, pelo menos até o momento, a melhor forma para tal difusão.

É através da mensagem linguística que grandes pensadores depositam seus métodos e suas conclusões. Os livros, em especial, abrigam por entre suas páginas as respostas à todas as perguntas que se podem ser feitas. Quanto a isso não existe dúvida e sequer sobra de variação.

Enfim, ler não é apenas decodificar padronizadamente as letras de um determinado idioma. Ler é descobrir de onde saem as boas ideias. É se abrir para uma realidade que antes era oculta ao leitor. Ler é sinônimo de opinião, é sinônimo de boas ideias, é sinônimo de avanço. E como eu disse, o lucro existe porque antes existiram boas ideias.

Entenda o motivo do sucesso de marcas como Google, Apple e Nike!


marca, construção de marca, brand, branding, branding management, gestão de marcaO tão famoso “estudo de branding” é o gerenciamento da imagem de uma empresa, ou seja, sua marca, o que envolve uma construção de imagem e posicionamento no mercado, que respeita as missões, valores e políticas da empresa e representa de fato a sua verdadeira essência.

Vamos aos significados. BRAND , do inglês, significa marca. Beleza, mas qual a diferença entre logo e marca?
Logo, do grego lógos, significa "palavra", "conceito". Marca, do germânico marka, no latim signum, cuja tradução é "significado".  Ou seja, logo significa o design, a parte gráfica da empresa, e marca tudo o que representa a empresa, seu nome, seu design, etc. Segundo Giorgio Gilwan, pós-graduado em Design Gráfico e Estratégia Corporativa e professor da Universidade do Vale do Itajaí, "a marca é o grande patrimônio da empresa, indica as qualidades do produto ou dos serviços por esta oferecidos, bem como fortalece sua imagem desta perante os consumidores. Seu valor é usado como estratégia para diferenciá-la do concorrente, mantendo-se no mercado e conquistando novos clientes."




Porque será então que grandes marcas como Coca-Cola, Heineken, Apple, Microsoft, Nike, Adidas, Tommy Hilfiger, Victor Hugo, Hugo Boss, Louis Vuitton, Guess, Ralph Lauren, Ferrari, Guaraná Antarctica e Google deram tão certo?


Simples: o que dá retorno comercial e certo para qualquer marca é o estudo de branding. Ah, agora pareceu fácil né? Espere. Não é tão simples quanto parece. Esta tarefa de “fazer funcionar o branding” requer algumas condições, não só para o programador visual ou designer, mas também para o cliente, ou seja, a empresa.

Mas antes, que fique claro: BRANDING não é MARKETING. O Branding usa estratégias de Marketing e o Marketing, por sua vez, precisa de uma boa comunicação visual para ser eficaz. Portanto, um complementa o outro. Giorgio Gilwan aponta que "a gestão de marca vai muito além do design propriamente dito, envolve outras áreas de conhecimento, como o marketing, por exemplo, buscando através de ações interdisciplinares, gerenciar os diversos discursos da marca."

Vamos ver agora, na prática, o que é preciso ter ou fazer para que o branding funcione:

CLIENTE/EMPRESA:
"Eu já tenho uma marca. Contratei um profissional para fazer um estudo da minha marca, mas não quero que ele mude muito, quero que fique assim, com essa cor aqui, com essa forma aqui, desse jeito aqui."

1.  CONFIAR. Confiança é a palavra-chave do branding. O cliente deve confiar na empresa/profissional que contratou para fazer o estudo de branding. Deve estar disposto a ouvir críticas e ter a consciência de que se ele está contratando um profissional especializado nisso é porque o cara entende do assunto. Isso tudo para obter uma marca confiável. Parece redundante mas não é. O cliente deve CONFIAR para se tornar CONFIÁVEL...

2.  MENTE ABERTA. O cliente tem que abrir a mente para novos desafios, novas propostas, novas ideias. É uma das formas manter o negócio de acordo com as tendências do mercado.

3.  DE OLHO NA CONCORRÊNCIA. O cliente deve estar atento aos seus concorrentes, eles são o termômetro do planejamento. Se  deseja que seu negócio dê certo, espelhe-se ou, melhor dizendo, busque ser superior ao cara que já estádando certo no mercado. 

DESIGNER/PROGRAMADOR VISUAL:
"Ah, eu sou profissional e sei o que estou fazendo! O cliente tem que aceitar o que eu estou apresentando." Veja umas dicas pra você.

1. TRANSMITA SEGURANÇA. Se você quer fazer um bom negócio, tem que transmitir segurança para o seu cliente. Afinal, além de ser sua mina de ouro, ele deve se sentir tranquilo para confiar em você. Esse definitivamente é o primeiro passo. 

2. PESQUISA E ESTUDO. A pesquisa envolve várias coisas, inclusive a análise benchmark, que tanto o profissional quanto o cliente devem estar atentos. Não para imitar, mas para buscar uma marca que se destaque das demais. Uma identidade visual com conceitos bem definidos. E tem mais: o cliente gosta de quem sabe do assunto, então estude as marcas, estude, vire a noite se for preciso, mas não apresente qualquer coisa para seu cliente, pois vai ser não na certa. O mercado está cheio de profissionais assim. Não seja mais um no meio deles, destaque-se.

lampada acesa, lampadas apagadas junto com uma acesa, luz, iluminação, idéia, boa ideia, acima da média, ideia boa, ideia criativa, criatividade, criar, 3.  CRIATIVIDADE. O cliente gosta de quem é determinado. O cliente gosta de quem é comercial. Mas o cliente AMA quem é criativo. Se você tem criatividade, sua mente vale muita coisa. Busque ser criativo. Estimule sua mente para apresentar ideias criativas para o seu cliente.

4. NÃO PRESSIONE O CLIENTE. Seja paciente, se acha que o cliente está demorando, não o pressione, seja sutil. O cliente gosta de se sentir à vontade. Não adianta você tentar infiltrar uma ideia que o cliente não QUER comprar.

5. FOCO E MÃOS À OBRA! O cliente não pode esperar, se ele esperar, daqui a pouco desiste. Portanto, seja pró-ativo e tenha foco nos seus jobs. Implantar uma marca de acordo com as necessidades do cliente não é fácil. Mostre serviço. Faça ele comprar sua ideia da maneira certa.

Bom, gente, espero ter esclarecido algumas coisas e ter ajudado. Uma marca não se faz de um dia para o outro. Fiquem atentos. Qualquer dúvida é só comentar!


A Análise da Campanha "The Beetles" e de que forma foi usada a Intertextualidade

Uma campanha publicitária de qualidade e consistência, de acordo com o Blog Design Disease – online em Wordpress.com – é um conjunto de peças que são criadas objetivando atingir um determinado público alvo de forma criativa e dinâmica, a fim de chamar a atenção do observador e persuadi-lo à compra ou aderência do produto, objeto ou ideia veiculada. Para atingir um resultado satisfatório, é comum certos profissionais apostarem na utilização de formatos, posturas e suportes que, de certa forma já são conhecidos por uma grande massa, ou ao menos conhecidos pelo público o qual se deseja alcançar. Esses formatos, posturas e suportes, dentro da publicidade, são o que chamamos de intertextualidade.

A seguir, temos um exemplo simples de como se dão os processos intertextuais em campanhas de publicidade em nosso país e fora dele. Se trata da campanha publicitária da VolksWagen que foi chamada “The Beetles”. A peça foi veiculada no ano de 2006 em alguns países da Europa e na América do Norte e traz consigo, obviamente, uma intertextualidade fazendo alusão à banda britânica “The Beatles”.

O trocadilho procurado pela empresa ao adotar a campanha foi o fato de a banda e o carro terem os nomes bastante parecidos na escrita, e totalmente idênticos na pronúncia. Beatles, a banda, e Beetles, o carro. Neste caso, o objetivo foi de unir o nome da banda mundialmente conhecida ao novo – na época – produto da Volkswagen para atingir o máximo de pessoas possível.

Ao analisar, observamos que a empresa compara seu produto à banda de rock mais conhecida de todos os tempos indicando que, assim como a banda, os modelos Beetle da Volkswagen serão extremamente famosos, serão campeões de vendas e serão totalmente populares ao redor do mundo. Irão alcançar uma gigantesca quantidade de pessoas e virar mania, assim como a famosa banda.

A foto de quatro carros atravessando a rua, enfileirados, nos remete à capa do álbum Abbey Road, lançado pela banda no ano de 1969, onde os quatro atravessam a rua pela faixa de pedestres em Londres. O nome do disco tem o mesmo nome da rua onde atravessaram: Abbey Road, que em português diz-se Rua Abbey (Ou Rua do Convento). Desde o seu lançamento, a foto se tornou mundialmente conhecida, inclusive a mais conhecida já tirada pelos rapazes. O alcance da fotografia fez com que ela representasse, de forma imagética, Os Beatles. Tanto é verdade que, sempre que se precisa adicionar uma imagem ao nome do grupo, é usada esta foto.

Ao lado temos a fotografia da capa do álbum Abbey Road, The Beatles, fotografia que deu origem à campanha da Volkswagen. Na foto, curiosamente se pode observar que à esquerda há um Volkswagen Beetle – do modelo anterior – de cor branca, que no Brasil foi chamado de Fusca.

Enfim, uma boa campanha deve conter, obrigatoriamente, em seu planejamento, os processos linguísticos utilizados, o público bem definido e, é claro, a associação com uma ideia de fácil assimilação e de conhecimento da massa, para que sua comunicação seja um sucesso.

Blog news

Estamos em busca de redatores para fazer parte de nossa equipe!! Então, se você gosta, estuda ou trabalha na área de marketing, publicidade e comunicação em geral, fale com a gente!!
Será um prazer tê-lo em nosso time!

Eu Curto o Mkt Veloz!!